quinta-feira, 3 de julho de 2008

do retorno - e da sequência trágica do cotidiano

Passados aproximadamente dois meses e meio - da metade de abril, onde postei um pequeno trecho sobre o caso de maior comoção nacional [não por acaso o de maior cobertura midiática] dos últimos tempo - até esse início de julho e do segundo semestre do ano de 2008, volto a "me comunicar comigo mesmo" através dessa janela mágica virtual.
Interessante que, justo nessa volta, quando ouso a me manifestar acerca dos assuntos mundanos, um caso chama [pouca] atenção: o da mãe que jogou uma filha pela janela. Parece estranho, mas algo não despertou a atenção do público e da imprensa - um centésimo de foco foi destinado ao caso presente em relação ao da menina Isabella.
O que será que leva a tal fenômeno. Busco explicações [precárias e parciais] apenas no fato de que, no caso presente a mãe - em suposto surto psicótico [ou alguma forma clínica análoga. Vou ter de perguntar à minha namorada...] simplesmente arremessou a criança. Mas entregou-se à polícia e sem alarde confessou o ato.
Agora me pergunto: será que a falta de uma confissão pública por parte da[s] pessoa[s] que jogou[aram] Isabella era a mola propulsora de todo o desenrolar dramático. A ânsia vingativa popular aliada à enorme contribuição televisiva [de rádio e internet] exigindo uma prova verbal do[s] autor[es] do fato era o que alimentava tudo aquilo?
fica a indagação.

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